Mexer-se é o melhor remédio. Descubra como o exercício físico fortalece o corpo, melhora o humor, o sono e a saúde mental. Saiba quais os melhores treinos para quem tem osteoporose e como criar uma rotina de bem-estar e autocuidado duradoura.
Muitas pessoas ainda se sentem “perdidas” quando o assunto é exercício físico. Entre informações contraditórias, um mundo que nos convida a acelerar permanentemente e a falta de tempo para cuidarmos do nosso corpo, é importante trazer ciência e assertividade a este tema, ou não fosse o exercício a intervenção mais poderosa que existe para transformar o corpo e a mente, e construir o futuro.
Não só pode, como deve, com o devido acompanhamento e exercícios personalizados. Esta é uma das intervenções mais eficazes para controlar e retardar a progressão da doença. O segredo está em escolher os tipos certos de estímulos:
A frequência ideal depende dos objetivos, da condição física e do estilo de vida de cada aluno, mas, em linhas gerais:
Mais importante do que a frequência é a regularidade. Três treinos bem feitos por semana, mantidos durante meses, valem mais do que sete treinos em apenas uma semana.
O movimento regula os ciclos hormonais, reduz o cortisol (hormona responsável pelo stresse), e aumenta a serotonina e a melatonina, promovendo um sono mais profundo e reparador. Pessoas fisicamente ativas adormecem mais rapidamente, acordam menos vezes durante a noite e apresentam maior destreza mental. Contudo, evite treinos intensos nas duas horas que antecedem o sono, pois o corpo precisa de desacelerar antes de repousar.
O exercício é uma das ferramentas mais poderosas para regular o humor e reduzir sintomas de ansiedade e depressão. Quando nos movemos, o corpo liberta endorfinas, dopamina e serotonina, as chamadas “hormonas da felicidade”. Além disso,
o treino melhora a autoestima, o foco e a resiliência emocional. Muitas vezes, treinar é a forma mais eficaz de silenciar o ruído interno e reencontrar o equilíbrio.
Não. Fazer o mesmo treino em dias consecutivos pode gerar sobrecarga muscular e estagnação de resultados. O ideal é variar os estímulos, mudar o tipo de treino (num dia treinar a força, noutro focar na mobilidade ou até mesmo na componente cardiovascular) ou alternar os grupos musculares (num dia treinar os membros inferiores, noutro dia incidir nas costas e nos bíceps, e noutro focar no peito e nos tríceps).
Treinar é muito mais do que estética. É uma prática de autocuidado, disciplina e consciência corporal. O exercício físico, quando orientado de forma personalizada e inteligente, transforma não só o corpo, mas também a mente, o sono, o humor e até a forma como encaramos a vida. O meu conselho final: não espere sentir-se bem para começar a treinar; comece a treinar e o bem-estar virá naturalmente.