Contraceção de Emergência – Quando os outros métodos falham
Engravidar é mais provável no período fértil da mulher, mas pode acontecer em qualquer fase do ciclo menstrual.

 

Na ausência ou falha da contraceção habitual, é possível recorrer a um método contracetivo de emergência: vulgarmente conhecido por “pílula do dia seguinte”. No entanto, este termo não deve ser levado à letra porque, apesar de ser mais eficaz nas primeiras 12h após a relação sexual, consoante o medicamento em questão, pode ser utilizada até 72h e, em alguns casos até 5 dias após a mesma.

A contraceção de emergência, nunca deve ser usada como método contracetivo regular.

Destina-se a evitar uma gravidez como consequência de uma relação sexual desprotegida, ou seja, quando, por exemplo:

  1. Nenhum dos parceiros utilizou contracetivo;
  2. Houve esquecimento na toma da pílula, que ultrapassou o atraso máximo permitido;
  3. O preservativo foi usado incorretamente, foi mal colocado ou rompeu-se;
  4. O dispositivo intrauterino (DIU) se deslocou;
  5. O anel vaginal é expulso antes do tempo.

Esta pílula está disponível na farmácia, sendo a forma de tomar variável de marca para marca, sendo o aconselhamento farmacêutico, quanto à necessidade e à forma correta de a tomar, essencial. Existem alguns pontos, no entanto, gerais e comuns para as diferentes pílulas existentes no mercado:

  • Para um uso eficaz este contracetivo de emergência deve ser tomado o mais cedo possível após a relação sexual desprotegida.
  • Se vomitar nas três horas após a toma, esta deve ser repetida.
  • A pílula de emergência pode produzir alguns efeitos secundários: náuseas e vómitos, tonturas, fadiga, dores de cabeça e pequenas hemorragias vaginais.