Este rastreio deve ser antecipado em caso de antecedentes familiares ou se sentir algum dos sinais ou sintomas:
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Necessidade de urinar com frequência
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Dificuldade ao urinar
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Dor ou ardor ao urinar
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Jato urinário enfraquecido
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Fluxo intermitente de urina
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Sangue na urina ou esperma
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Sensação de não conseguir esvaziar a bexiga
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Dor na região pélvica
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Ejaculações dolorosas
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Perda de peso inexplicável
Alguns destes sintomas são comuns às três doenças mais frequentes da próstata:
- PROSTATITE – infeção da próstata, causada quase sempre por uma bactéria; não é contagiosa nem aumenta o risco de desenvolver cancro.
- HIPERTROFIA OU HIPERPLASIA BENIGNA – mais frequente a partir dos 60 anos, consiste num aumento do tamanho da próstata, que comprime a uretra e dificulta a passagem de urina.
- CANCRO – de evolução lenta, pode não causar sintomas na sua fase inicial. É maligno, mas existem diversas alternativas terapêuticas, cuja eficácia beneficia da deteção precoce.
O rastreio é fundamental para um diagnóstico precoce e um tratamento atempado caso sejam detetados sinais de doença. São três as técnicas:
TOQUE RETAL – é o principal responsável pelo embaraço masculino: o médico insere um dedo – protegido por uma luva e lubrificado – no reto do utente, de modo a tocar a próstata, que lhe está adjacente. O objetivo é avaliar o tamanho, a existência de nódulos e a textura da próstata.
MEDIÇÃO DE PSA – através de uma análise ao sangue, mede-se o nível de antigénio específico da próstata (PSA): normalmente apenas circula uma quantidade mínima, pelo que valores mais elevados podem ser indicadores de doença da próstata.
BIÓPSIA – consiste na colheita de tecido da próstata para deteção de eventuais lesões.
Quando detetada numa fase inicial, qualquer uma das doenças da próstata pode ser tratada com eficácia, mediante o recurso a medicamentos e, nalguns casos, a outro tipo de tratamentos. As opções disponíveis permitem resolver a maioria das situações com sucesso, permitindo ao doente retomar a sua vida normal num curto espaço de tempo.
Mas, para isso, é preciso vigiar, de forma a detetar precocemente qualquer alteração suspeita.
Assim, se é homem e tem 50 anos, não hesite: faça um exame anualmente para diagnóstico precoce do cancro da próstata.
