Tem como principais sintomas a falta de ar e a tosse persistente e com expetoração e é uma das principais causas de morbilidade e mortalidade a nível mundial.
Apenas através da espirometria é possível medir a capacidade respiratória e tirar as dúvidas sobre se tem ou não DPOC. Neste exame enche-se o peito de ar e sopra-se para um aparelho, como se se estivessem a apagar as velas de um bolo, ou seja, libertando o maior volume de ar no menor espaço de tempo possível. É o volume de ar que sai que permite detetar se os brônquios estão ou não contraídos.
No entanto existem pequenas questões, de resposta simples, que, caso tenha mais de 40 anos e/ou história familiar de DPOC, podem evidenciar sinais de alerta.
1) É fumador ou ex-fumador?
2) Sente desconforto ou aperto no peito ao respirar?
3) Tosse várias vezes, diariamente?
4) Tem expetoração ou “catarro” na maior parte dos dias?
5) Cansa-se mais rapidamente do que as pessoas da sua idade?
Se se encontra nas condições referidas anteriormente e responde de forma positiva a alguma destas questões, deve considerar a hipótese de sofrer da doença e realizar uma espirometria.
Não descure a sua saúde, estima-se que esta doença afete cerca de 210 milhões de pessoas do mundo e venha até 2020 a ser considerada a quarta causa de morte mundial.
