A avaliação do crescimento assenta na medição, em intervalos regulares (mas não demasiado frequentes), do peso, comprimento ou estatura (dependendo da idade e da capacidade de se manter de pé), perímetro cefálico e determinação do Índice de Massa Corporal (IMC) em crianças com idade superior a 4 anos.
Para interpretar as medições efetuadas é necessário comparar os resultados obtidos com valores de referência representativos da população a que a criança pertence. Significa que os valores obtidos nas medições não devem ser interpretados isoladamente, mas sim, posicionados numa tabela de percentis, diferenciada entre as raparigas e rapazes.
O Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil (PNSIJ) recomenda para referência, nas crianças nascidas de termo, as curvas de percentis de crescimento da Organização Mundial de Saúde (OMS). Contudo, os profissionais de saúde ainda podem utilizar como referência as curvas de crescimento existentes no Boletim de Saúde Infantil e Juvenil da Direção Geral de Saúde (curvas de percentis do CDC, Center for Disease Control and Prevention).
