Questões Mais Frequentes

Questões genéricas

Como posso aderir ao Cartão Farmácias Portuguesas?

A adesão ao Cartão Farmácias Portuguesas pode ser feita através do preenchimento do formulário de adesão disponível em todas as Farmácias aderentes ou na área Aderir ao Cartão.

Como se reconhece uma Farmácia aderente?

As Farmácias aderentes exibem a marca Farmácias Portuguesas (uma nova Cruz Verde e nova decoração de montra). A listagem actualizada das Farmácias aderentes está disponível no site do Programa, em www.farmaciasportuguesas.pt ou, se pretender, poderá saber qual a Farmácia aderente mais perto de si ligando o 707 273 273.

Black Friday nas Farmácias Portuguesas

– 10% em todas as compras no site farmaciasportuguesas.pt ou app farmácias portuguesas, com pagamento via MB WAY (excluídas compras com cartão MB NET), até um valor de compra de 500€. Ou seja, cada utilizador pode fazer as compras que desejar, pagando com MB WAY, usufruindo dos 10% em todas as compras até que o valor acumulado dos descontos atinja os 50€;

– obrigatório a associação do cartão Saúda na encomenda;

-O valor acumulado dos descontos será devolvido ao consumidor em cashback pela SIBS, no prazo de 1 mês após o término da campanha;

-Os 10% de desconto MB WAY são sobre o valor final de cada compra (já com o efeito dos descontos realizados pelas Farmácias Portuguesas na Black Friday);

-Esta campanha decorre para compras efectuadas entre as 00h00 e as 23h59 do dia 24 de novembro de 2017, que sejam concluídas para o estado “Entregue”.

– Consulte todas as condições da campanha em: https://www.mbway.pt/blackfriday/

Cortar comprimidos? Posso ou não fazê-lo?

Alguns comprimidos são de libertação modificada, quer isto dizer que, a velocidade de libertação da substância ativa (que faz efeito) é modificada consoante a zona do organismo onde deve ser absorvida. Ao partir este tipo de comprimidos está a afetar o seu modo de atuação. Outra razão para evitar esta prática deve-se ao facto de nem sempre ser possível garantir que, ao partir o comprimido, está a tomar a dose correta do medicamento pois, além de, normalmente, se perder uma parte do comprimido durante o corte, as duas metades podem não ter exatamente e mesma quantidade de medicamento.

No entanto, uma regra geral tem sempre exceções e por vezes são prescritas doses de medicamentos que obrigam a que este corte seja feito. Geralmente isto apenas acontece quando a dose que o médico considera necessária para o seu tratamento não existe no mercado ou quando identifica necessidade de realizar uma diminuição ou aumento gradual da dose do fármaco.

Assim sendo, uma vez que este corte nestas situações é inevitável, sendo mais benéfico fazê-lo do que não tomar corretamente a medicação, como proceder para minimizar qualquer possível risco para a sua saúde?

  1. Verifique se o comprimido tem revestimento ou é de libertação modificada ou prolongada, nesses casos não deve ser partido salvo indicação expressa do médico. Normalmente os comprimidos passíveis de serem partidos apresentam uma linha ao meio. Informe-se com o seu médico ou farmacêutico se tiver dúvidas.
  2. Utilize sempre um cortador próprio, disponível na sua Farmácia, evitando o uso de facas, tesouras ou lâminas. Além de ser mais perigoso, torna-se mais difícil garantir um corte homogéneo.
  3. Não armazene metades para mais do que a toma seguinte. O corte dos comprimidos pode comprometer a sua estabilidade devido à exposição ao ar, calor ou humidade, pelo que, não deve cortar vários comprimidos para facilitar futuras tomas.
Sabe o que são os antirretrovirais?

Medicamentos antirretrovirais, o que são?

– Combatem vírus, nomeadamente o conhecido vírus VIH.

– Reduzem a carga viral (nº de vírus por mL de sangue) evitando que a doença se declare e reduzindo o risco de transmissão.

– Não têm ação curativa, ou seja, não eliminam o vírus do organismo.

– Existem classes diferentes de medicamentos antirretrovirais que são usadas em associação para garantir um tratamento mais eficaz.

– A escolha da medicação é feita, única e exclusivamente, pelo médico especialista, de acordo com as características e a carga viral do doente.

– São comparticipados a 100%.

– Até à data a dispensa desta medicação era feita apenas em farmácia hospitalar. Este facto obriga, por vezes, os doentes a percorrer grandes distâncias o que contribuía, em alguns casos, para uma má adesão à terapêutica.

O projeto piloto para a dispensa desta medicação em farmácia comunitária, começou no início de dezembro de 2016. Prevê-se que possa abranger cerca de 760 doentes do Hospital Curry Cabral – Centro Hospitalar de Lisboa, sendo que a adesão dos doentes é voluntária. Em 2017 serão revelados os resultados. Esperando-se uma maior adesão à terapêutica por parte dos doentes e uma maior integração das farmácias nos Cuidados de Saúde Primários do país.

Automedicação e bom senso

Na ausência de consulta médica prévia, o utente devemos ter consciência de que a automedicação acarreta riscos, os quais são diminuídos se seguir as indicações do folheto informativo e, preferencialmente, se optar pelo aconselhamento farmacêutico.

No decorrer da automedicação, o utente deve consultar o médico ou o farmacêutico se:

  • os sintomas continuarem;
  • os sintomas agravarem;
  • existir dor aguda;
  • surgirem reações adversas aos medicamentos;
  • suspeitar que se trata de uma situação mais grave;
  • tiver outras doenças;
  • estiver a tomar outros medicamentos.

Só uma pessoa informada e consciente será capaz de assumir, em segurança, a gestão da sua saúde. O aconselhamento dos profissionais de saúde, complementado pela leitura do folheto informativo, é o melhor meio de assegurar a utilização segura e eficaz dos MNSRM.

A orientação por um profissional de saúde é fundamental, seja ele o seu farmacêutico ou o seu médico de família, a quem deverá recorrer sempre que a situação o justifique.

Um e outro, pelo conhecimento que têm de si, são as pessoas mais habilitadas para optarem entre dois medicamentos similares, pois há fatores a serem levados em linha de conta, nomeadamente as reações adversas de cada um dos fármacos e qual aquele que melhor se adapta a si. A toma de um medicamento, mesmo que seja de venda livre, não deve ser banalizada.

A prática da automedicação não deve, mesmo nos casos aparentemente mais simples, ultrapassar um pequeno número de dias e está fortemente desaconselhada a grávidas, a mães que amamentem, a crianças e a idosos – os grupos mais vulneráveis a este hábito.

 

Medicamentos inofensivos?

Os fármacos que mais aparecem na prática da automedicação são aqueles que se destinam a combater as dores ligeiras e os estados febris ligeiros, os que tratam tosse e resfriados, estados gripais ou perturbações digestivas. Tenha sempre em mente que não existem medicamentos completamente inofensivos e que os fármacos só devem ser tomados quando realmente necessitamos deles, isto é, quando um profissional de saúde os indica depois de uma avaliação cuidadosa da situação e do doente. Como certamente já terá notado, quando o seu farmacêutico lhe aconselha um medicamento para o alívio de um mal-estar, recomenda-lhe uma visita ao seu médico caso haja persistência ou agravamento dos sintomas.

 

O papel do farmacêutico

O farmacêutico é o especialista do medicamento e está preparado para alertar para as interações, contraindicações e precauções, sobretudo quando dispensa medicamentos a doentes crónicos. Após avaliação de toda a terapêutica que o doente está a fazer e dos sintomas descritos, é indicado um tratamento que seja seguro e efetivo e no caso de identificar eventuais interações ou precauções a ter, informa o doente sobre as medidas que devem ser tomadas para minimizar os riscos.

O mais complicado (e perigoso) na automedicação é que a sua prática pode agravar a doença que se pretende tratar e mascarar sintomas que permitem identificar determinadas doenças mais graves ou pré-existentes. As pessoas com doenças que requerem tratamento crónico, ao fazerem  automedicação que não seja orientada pelo farmacêutico, correm o risco de que ocorram interações entre os medicamentos que tomam regularmente e os não prescritos, podendo originar, por exemplo, reações adversas graves.

Sempre que a indicação do farmacêutico o oriente para a necessidade de uma consulta médica, mesmo para resolver queixas de situações ligeiras, recomenda-se que não se insista na automedicação uma vez que esta pode mascarar ou prejudicar seriamente a doença.

Compete ao farmacêutico transmitir ao doente os benefícios de uma automedicação segura e responsável, ajudando-o a distinguir o que é uma doença passível de automedicação, das manifestações que requerem prontamente uma consulta médica. É a qualidade da informação prestada pelo farmacêutico que poderá levar o doente a cumprir disciplinadamente e de forma segura o tratamento que lhe é proposto. Não hesite: procure o aconselhamento farmacêutico e assegura uma automedicação segura, responsável e eficaz.

 

 

Como é que funciona o Cartão Saúda?

O Cartão Saúda permite a acumulação de pontos na aquisição de determinados serviços e produtos que não sejam Medicamentos Sujeitos a Receita Médica (na relação de 1 € = 1 ponto). Permite ainda a acumulação de 1 ponto extra na primeira compra do dia (desde que superior a €3).

Estes pontos podem ser utilizados para rebater diretamente em serviços ou produtos de Saúde e Bem-Estar, assim como Medicamentos Não Sujeitos a Receita Médica, constantes da Revista Saúda. Desta revista constam produtos que estão valorizados exclusivamente em pontos.

Os pontos acumulados podem ainda ser trocados por vales de dinheiro que servem para pagar a conta da Farmácia, na seguinte proporção:

  • 50 pontos = 2 €;
  • 120 pontos = 5€;
  • 230 pontos = 10€;
  • 440 pontos = 20€.
Como posso aderir ao Cartão Saúda?

A adesão ao Cartão Saúda pode ser feita através do preenchimento do formulário de adesão disponível em todas as Farmácias aderentes ou na área “Aderir ao Cartão” do site farmaciasportuguesas.pt, ou ainda na App das Farmácias Portuguesas.

Existe ainda a possibilidade de aderir na sua Farmácia Portuguesa facultando diretamente os seus dados ao seu Farmacêutico. Neste caso o seu cartão Saúda ficará ativo, quer para acumulação de benefícios, quer para utilização desses mesmos benefícios, desde que preenchidos os dados obrigatórios.

Posso continuar a utilizar o meu atual cartão Farmácias Portuguesas?

Sim. O cartão Farmácias Portuguesas continuará a funcionar nas Farmácias e assume todas as novas funcionalidades do Programa Saúda.

Como se reconhece uma Farmácia aderente ao Programa Saúda?

Todas as Farmácias aderentes ao programa Saúda são Farmácias Portuguesas. Neste sentido, as Farmácias aderentes exibem a marca Farmácias Portuguesas (Cruz Verde com um círculo inclusivo à volta, mas também uma nova decoração de montra). Os símbolos do universo Saúda estão presente na sua Farmácia de forma inequívoca através dos pictogramas “Saúde” (coração azul escuro), “Equilíbrio” (sol laranja), “Vitalidade” (lótus amarelo) e “Boa Disposição” (smile azul claro).

A listagem atualizada das Farmácias aderentes está disponível no site do Programa, em www.farmaciasportuguesas.pt ou, se pretender, poderá saber qual a Farmácia aderente mais perto de si ligando para a linha de apoio ao cliente Saúda: 707 273 273.

Se me esquecer do cartão Saúda em casa posso acumular, rebater pontos ou utilizar vales?

Poderá ter o seu cartão Saúda sempre disponível na App Farmácias Portuguesas. Ainda assim, é possível ser identificado na sua farmácia pelo seu n.º de telemóvel ou pelo número de Cartão do Cidadão, o que lhe permite continuar a acumular pontos. A operação de rebate, pontos e vales, só é possível com a apresentação do cartão Saúda, exceto se o cliente tiver o seu n.º de cartão associado a uma ficha da Farmácia.

Existe a possibilidade de subscrever cartões adicionais?

Não, o Cartão Saúda é individual e personalizado. Ou seja, cada cartão é associado a uma única pessoa.

No entanto, o novo Programa Saúda permite a associação de cartões numa Conta Família, em que todos os elementos acumulam pontos em conjunto e todos podem utilizar todos os pontos disponíveis.

Como é que funciona a Conta Família?

Todos os membros de uma Conta Família acumulam pontos nas compras de Produtos de Saúde e Bem-Estar ou Medicamentos Não Sujeitos a Receita Médica, na proporção 1 € = 1 ponto. Estes pontos passam a constar de uma única conta, comum aos membros Saúda que pertencem a uma mesma “Família”.

Qualquer membro pode depois utilizar todos os pontos disponíveis, sem qualquer restrição.

E os vales, numa Conta família, também podem ser usados por todos os membros da Família?

Os vales são pessoais e ficam associados à conta cartão Saúda do elemento da Família que trocou os pontos por vales.

Apenas os pontos são partilhados na Conta Família.

Como é que posso constituir uma Conta Família?

Diretamente na área reservada do site www.farmaciasportuguesas.pt, convidando outros membros do programa Saúda para se juntarem a si, ou identificando-se numa Farmácia Aderente Farmácias Portuguesas juntamente com os membros que desejam constituir esta Conta Família. É um processo simples e fácil.

Será necessário apenas identificar qual o cartão Saúda que assume o papel de “Chefe de Família”. Os números de cartões Saúda de cada um dos membros mantêm-se.

No máximo, pode constituir uma conta Família com 20 membros.

Quais são as obrigações e direitos do “Chefe de Família”?

O chefe de família é responsável por aceitar a entrada de membros para a Conta Família. Qualquer cartão Saúda é potencialmente um chefe de família, exceto quando se associa a uma conta onde já existe um chefe de família identificado.

De resto, o cartão do chefe de família funciona de forma exatamente igual à outros membros do cartão Saúda.

Em que Farmácias posso utilizar o meu Cartão Saúda?

O Cartão Saúda pode ser utilizado em qualquer Farmácia aderente. A listagem atualizada das Farmácias Portuguesas está disponível no site do Programa, em www.farmaciasportuguesas.pt ou, se pretender, poderá saber qual a Farmácia aderente mais perto de si ligando para a linha de apoio ao cliente Saúda: 707 273 273.

Como devo proceder para alterar os meus dados?

Através da linha de apoio ao cliente Saúda: 707 273 273.

Em caso de extravio ou perda do Cartão, o que devo fazer?

Deverá solicitar através da linha de apoio ao cliente Saúda (707 273 273) o cancelamento do seu Cartão e solicitar a emissão de uma segunda via indicando os seus elementos de identificação.

O Cartão deixou de funcionar. O que devo fazer?

Neste caso, deverá ligar para a linha de apoio ao cliente Saúda (707 273 273) e indicar qual, o problema com o seu cartão. Responda às questões que lhe forem colocadas e, após análise da situação, será contactado para o informar do ponto de situação.

Site Farmácias Portuguesas

Como posso saber qual a Farmácia aderente mais próxima do meu local de trabalho ou domicílio?

Pode fazê-lo através do motor de busca disponível no site do Programa, em www.farmaciasportuguesas.pt ou ligando para a linha 707 273 273.

Como posso saber qual a Farmácia aderente mais próxima do meu local de trabalho ou domicílio?

Pode fazê-lo através do motor de busca disponível na APP Farmácias Portuguesas, no site www.farmaciasportuguesas.pt ou ligando para a linha de apoio ao cliente Saúda: 707 273 273.

Vertente Fidelização

Quando posso começar a acumular pontos?

Imediatamente após a entrega do formulário de adesão na Farmácia, em que lhe é disponibilizado o seu cartão. No entanto, só poderá rebater os pontos acumulados quando os seus dados forem registados no sistema.

Quando posso começar a acumular pontos?

Imediatamente após a entrega do formulário de adesão na Farmácia, em que lhe é disponibilizado o seu cartão. No entanto, só poderá rebater os pontos acumulados quando os seus dados obrigatórios forem registados no sistema.

Caso opte por facultar diretamente os seus dados na sua Farmácia, então o seu cartão ficará ativo, quer para acumulação de benefícios, quer para utilização desses mesmos benefícios.

Como se processa a atribuição dos pontos?

Os pontos são atribuídos no ato da compra, em função do valor total da mesma (excluindo medicamentos sujeitos a receita médica), com base no rácio de 1 € = 1 ponto.

Além disso, ao visitar a sua Farmácia, poderá obter mais 1 ponto de frequência, independentemente do tipo de produtos que adquirir, desde que a sua compra seja superior a 3 €. Esta oferta é limitada à 1.ª compra do dia efetuada por cada cliente.

Podem existir mecânicas promocionais em colaboração com a sua Farmácia ou com os Fabricantes, que lhe podem transmitir benefícios adicionais. Esteja atento à sua caixa de correio, conta de e-mail ou telemóvel!

Em que produtos podem ser rebatidos os pontos?

Os pontos acumulados no seu Cartão podem ser rebatidos em serviços ou produtos constantes da Publicação do Programa.

Os pontos acumulados podem ainda ser trocados por vales de dinheiro que servem para pagar a conta da Farmácia, na seguinte proporção:

  • 50 pontos = 2 €;
  • 120 pontos = 5€;
  • 230 pontos = 10€;
  • 440 pontos = 20€.
Posso utilizar vários vales para pagar uma mesma conta?

Sim. Os vales são cumulativos e podem ser utilizados em todas as combinações possíveis para pagar uma mesma conta, desde que tenha pontos suficientes para o fazer.

Caso decida utilizar um vale para pagar uma conta de valor inferior ao valor do vale, recebo troco?

Não, a utilização de vales não dá direito a troco. É sempre uma decisão de cada aderente ao Cartão Saúda utilizar ou não o vale para pagamento da sua conta.

Quando utilizo vales para pagar uma conta acumulo pontos Saúda?

Sim, mas não no valor que é pago pelo vale, pelo que depende sempre da conta a pagar.

Para efeitos de atribuição de pontos, o vale de dinheiro é utilizado em primeiro lugar nos Serviços e Produtos de Saúde e Bem-Estar (PSBE’s), nos Medicamentos Não Sujeitos a Receita Médica (MNSRM) e por último nos Medicamentos Sujeitos a Receita Médica (MSRM).

Por exemplo, caso tenha uma conta de 10 € de PSBE’s mais 10 € de MSRM e opte por utilizar um vale de 5 €, apenas terá direito a receber 5 pontos pelo remanescente do valor de PSBE’s que não foi pago com a utilização do vale. Terá ainda direito ao ponto de frequência no caso de se tratar da primeira compra do dia superior a 3€.

Onde posso encontrar a Publicação do Programa Saúda?

A Publicação do Programa está disponível nas Farmácias Portuguesas ou no site www.farmaciasportuguesas.pt.

Como posso saber quantos pontos tenho no meu cartão?

Em qualquer Farmácia aderente e na Área Reservada da APP ou do site Farmácias Portuguesas. Sempre que realiza uma compra na Farmácia em que se identificou com o seu cartão Saúda, recebe no talão-recibo a informação do seu saldo de pontos (individual ou da sua família).

Em caso de extravio ou perda do Cartão, o que acontece aos pontos acumulados até então?

Neste caso, deverá ligar para a linha de apoio ao cliente Saúda (707 273 273) e identificar-se de forma inequívoca para receber uma segunda via do cartão e recuperar os seus pontos.

Os pontos vão estar sempre disponíveis no cartão ou têm um prazo de validade?

Os pontos acumulados têm uma validade de um ano contado a partir do último dia do mês em que foram concedidos. Por exemplo, os pontos concedidos em Maio 2015 serão válidos para rebate até 31 de Maio 2016.

Caso opte por trocar os seus pontos por vales de dinheiro no site farmaciasportuguesas.pt ou na sua farmácia, saiba que este vales têm também a validade de um ano.