A terapêutica não farmacológica faz parte do plano global de tratamento, na maioria das vezes em associação ao uso de medicamentos. Saiba mais aqui!
Estima-se que 36,7% da população portuguesa sofra de dor crónica. São mais de três milhões de pessoas. Por não ser um distúrbio visível, é frequentemente desvalorizada pelo doente, pelos que o rodeiam e até por prestadores de cuidados de saúde.
Pelo enorme impacto que apresenta na qualidade de vida das pessoas, torna-se fonte de sofrimento. Impacta negativamente ao nível emocional (levando a quadros de ansiedade, depressão e baixa autoestima), na qualidade do sono, na dinâmica familiar e na capacidade laboral, sendo uma das principais causas de absentismo.
Apesar de inevitável, existem soluções para aliviar a intensidade e duração da dor:
Através da terapêutica farmacológica há medicamentos, com mecanismos de ação diferentes, que poderão estar indicados, sempre de acordo com a prescrição médica. Os analgésicos, que incluem anti-inflamatórios não esteroides, os anestésicos e os opioides conseguem aliviar a dor. Há ainda medicamentos que ajudam na sua ação, como antidepressivos, anticonvulsivantes e relaxantes musculares. Em alguns casos, há indicação para infiltração ou injeção direta no local da dor. Este tipo de tratamento só deve ser feito por médicos habilitados, de forma a diminuir a sensação de dor, a inflamação e os espasmos musculares, a longo prazo, por um período de semanas a meses.
A terapêutica não farmacológica faz parte do plano global de tratamento, na maioria das vezes em associação ao uso de medicamentos: